O B S E R V A   O :     a   M i c r o s o f t   C o r p o r a t i o n   ( o u ,   d e p e n d e n d o   d o   l o c a l   e m   q u e   v o c    e s t e j a   d o m i c i l i a d o ,   u m a   d e   s u a s   a f i l i a d a s )   f o r n e c e   a   v o c    a   l i c e n  a   d e s t e   s u p l e m e n t o .     V o c    p o d e   u s  - l o   c o m   c a d a   c  p i a   l i c e n c i a d a   v  l i d a   d o   s o f t w a r e   d e   s i s t e m a   o p e r a c i o n a l   d a   M i c r o s o f t   ( a o   q u a l   e s t e   s u p l e m e n t o   s e   a p l i c a )   ( o    s o f t w a r e  ) .     O   s u p l e m e n t o   n  o   p o d e r    s e r   u s a d o   s e   v o c    n  o   t i v e r   u m a   l i c e n  a   p a r a   o   s o f t w a r e .     O s   t e r m o s   d a   l i c e n  a   d o   s o f t w a r e   a p l i c a m - s e   a o   u s o   d e s t e   s u p l e m e n t o .     
 
 
 
 W S 0 8 S P 2 _ R M . 0 _ U P G R _ R T L _ p t - b r 